quinta-feira, 31 de julho de 2014

Diário de Oracão 25º Dia - Aprendendo a conhecer as pessoas

Tenho sede de Tuas águas
Nela encontro paz em meio a tribulação
Enquanto Te adoramos, enche este lugar
Rio que jorra do Teu trono sem cessar
            Nenhum de nós conhecemos alguém até caminhar junto. Quando você conhece uma pessoa você pode ter as primeiras impressões e assim fazer um “pré julgamento” de como ela deve ser. Porém assim como um iceberg, você conhece só sua superfície, e não a profundidade de quem ela é.
            É como numa empresa que precisa dar o resultado esperado. Para isto, cada funcionário tem uma meta que juntos, uma vez alcançada, dão o resultado que a empresa espera. Mas, e quando o resultado não chega? O que acontece com o funcionário? (E você deve estar se perguntando: o que isto tem a ver com nosso tema?)
Ele esta ali, segue todo o “script”, todo o protocolo da empresa, trabalha bastante, aparentemente está sempre envolvido, mas mesmo assim, parece que algo na vida dele não está certo. Algo nãao vai bem e isto, visivelmente, aparece na sua performance. Fica claro que alguma coisa precisa ser feita do contrário, ele não ficará mais naquela empresa.
            Conhece-lo artificialmente não resolve os problemas internos.  É como um iceberg. Você pode ver uma ponta dele, mas toda a estrutura está no fundo, no seu interior. (No mundo dos negócios, RH, isso se chama “Teoria do Iceberg”*) 
               O mesmo ocorre com as pessoas e o mesmo é valido para uma igreja.
            Se quisermos evitar ou solucionar conflitos precisamos conhecer as pessoas que convivem e caminham conosco, precisamos conhecer a história delas. Suas necessidades, fracassos, sonhos e anseios que as tornam nas pessoas que são hoje. Focando nas suas necessidades, não perdendo de vista o todo, o reino de Deus, o sucesso vem muito mais rápido. Sucesso no relacionamento. Sucesso no alvo a ser alcançado. Isto, é praticar Filipenses 2.4:
Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros.”
            Não é cuidar da vida do outro para fofocar. É ver onde podemos ser úteis na vida daquela pessoa para praticar o versículo 3:
“Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a vocês mesmos”.
            Uma mudança é sempre um desafio. Nos tira da zona de conforto, mas um ato preciso se quisermos melhorar. No entanto, a mudança começa primeiro em nós e se você é líder, tem que começar por você. Tem que haver transformação de de “dentro para fora”, que na teoria do iceberg quer dizer:
·      Confiabilidade: Entregue o que você promete
·      Aceitação: Valorize as pessoas ao seu redor pelo que elas sao
·      Abertura: Compartilhe os seus sentimentos e aceite os sentimentos dos outros
·      Congruência: o que você pensa, sente, diz e faz estão alinhados
            Na teoria do iceberg o que vemos das pessoas são os comportamentos. “Porque, como ele pensa consigo mesmo, assim é;..." (Proverbios 23:7).  Se uma pessoa está ferida, é respondona ou sorridente, tudo faz parte do que está por baixo da linha do “iceberg”, daquilo que não podemos ver, que são os pensamentos e prioridades daquela pessoa, seus limites e suas necessidades atendidas ou não. 

            Conhecer as pessoas não é um “gasto” do seu tempo. É um investimento, e todo investimento tem o seu retorno. Dê tempo ao tempo. Você sabia que o tempo é o único bem que não tem retorno? Jesus investiu seu tempo escolher os improváveis como apóstolos e ensinar tudo o que fosse preciso. E o resultado? Podemos dizer que os apóstolos mudaram o mundo e hoje a Palavra de Deus chegou a nós.
  
Dê uma chance para as pessoas. Aprenda a conhece-las. Saia do seu mundo confortável e faça algo por elas. Há muito o que se observar em uma pessoa e quanto mais entendemos o que acontece com ela, fica mais fácil compreende-la, aprender e caminhar com ela.
Para meditar: Filipenses 2.3-4

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